A Vivo está testando o Windows 7 em 200 computadores da empresa. Em janeiro de 2010, inicia a migração para o novo sistema em 13 mil PCs.

A empresa foi a primeira na América Latina a testar o Windows 7. Participante do programa First Wave, a Vivo tinha um acordo com a Microsoft de exclusividade de teste da versão RC (Release Candidate), até o lançamento da versão RTM (Ready to Manufacture), em 22 de julho.
A Vivo iniciou em feveireiro o teste, nos computadores da área de TI da empresa, segundo Rafael Ferreira Filho, gerente de divisão de segurança e gestão de serviços da Vivo. O teste já foi ampliado para outras áreas e, atualmente, são 200 máquinas com a nova versão do Windows. “Foi um teste exaustivo, mas já estamos preparados para iniciar a migração gradual.”
Antes do teste, todos os computadores da Vivo estavam equipados com o Windows XP. “Nós imaginávamos que haveria uma certa limitação de hardware. Mas fizemos testes com equipamentos com 512 MB de RAM e o desempenho com o XP foi pior do que com o Windows 7”, diz Ferreira. Segundo ele, a maioria dos computadores tem de 1 a 2 GB de RAM e, por isso, não será necessário comprar novo hardware.
Um dos pontos positivos do Windows 7 é a usabilidade, na opinião de Ferreira. “Ele é mais amigável, com mais atalhos e recursos para o usuário. O grande ganho não está no desempenho e sim na usabilidade”, diz.
Para a equipe de TI, Ferreira também vê vantagens: na área de segurança, no gerenciamento de energia e no gerenciamento de imagens (perfis de máquina). “Hoje temos 47 perfis de máquina para gerencial, com a mudança seriam 12. Assim posso atender mais rapidamente o usuário”, diz.
Ferreira recomenda o Windows 7 para empresas que trabalham com escritórios remotos. Ele observou que o compartilhamento de arquivos no Windows 7 consome menos banda de rede, o que permite acessar os arquivos com mais rapidez. “Empresas de abrangência nacional, como é o caso da Vivo, podem ter bom proveito desse recurso”, diz.
FONTE: Info Plantão